"Conscientize-se de que sua inteligência é superior às suas medidas, que ser magrinha não atrai amor instantâneo, que sua personalidade é um cartão de visitas, que a felicidade é a melhor maquiagem, que ser leve é que emagrece. E dá-se a mágica."
Martha Medeiros
terça-feira, 24 de abril de 2012
Dieta das Cores
Aproveitando que vamos fazer um trabalho sobre isso, resolvi postar algo que achei bem legal.
Desde a época de
nossas avós aprendemos que antes de tudo "comemos com os olhos", pois
saiba que um prato colorido, além de nos induzir ao prazer da comida, traz
maior quantidade e diversidade de nutrientes.
-Como podemos tirar
proveito das cores dos alimentos para enriquecer a alimentação? É verdade que
quanto mais colorido o prato, mais nutritivo ele é?
A cor dos alimentos é
uma ótima pista para selecionar ingredientes com boas doses de proteínas,
carboidratos, fibras, vitaminas e minerais. Outra vantagem é o poder de
saciedade que uma dieta colorida pode oferecer, ajudando a controlar os
excessos, pois quando você presta mais atenção à comida e saboreia cada
alimento, percebe mais prontamente o momento em que atingiu o seu ponto de
saciedade, evitando ataques por impulso. Variedade é a palavra chave!
Conseguimos uma maior oferta de nutrientes quando variamos ao máximo as cores e
sabores.
-Há estudos
desenvolvidos sobre o assunto?
Não exatamente sobre
a dieta das cores, mas muitos estudos relacionam uma dieta variada com a boa
saúde. Já foram realizados estudos que comprovam que quando ocorre a ingestão
apenas de alimentos de uma cor, as chances de ficarmos doentes são maiores.
Outros que associam alguns tipos de tumores às dietas, indicando a proteção
contra diversos tipos de cânceres através do consumo de certos alimentos tidos
como antioxidantes, que protegem levemente a lesão celular, que pode evoluir
para neoplasias (que são os cânceres).
-Além da
atratividade, quais são as outras vantagens dessa divisão?
Uma refeição colorida
pode ser mais do que atraente. As cores dos alimentos indicam substâncias
importantes para o organismo e quanto mais colorida for a refeição, maior a
diversidade de nutrientes e melhor seu valor nutricional. É claro que não
existe uma regra, mas na maioria das vezes funciona desta maneira. As cores dos
vegetais trazem diferentes pigmentos importantes para a saúde, por exemplo, o
betacaroteno, responsável pela coloração alaranjada e o licopeno, responsável
pela cor avermelhada de algumas frutas e legumes, sendo que ambos possuem
propriedades antioxidantes.
São divididos em 6 grupos:
Amarelo
Abacaxi, abóbora, ameixa, caju, carambola, damasco, cenoura, laranja, limão-cravo, mamão, manga, maracujá, melão, milho, nêspera, pêssego, pimentão amarelo, tangerina. O tom amarelo ou
alaranjado vem do betacaroteno, ou pró-vitamina A. É um pigmento fundamental
para a manutenção dos tecidos e dos cabelos. O betacaroteno também beneficia a
visão noturna e atua no metabolismo das gorduras. Os alimentos amarelos são
ricos em vitamina C, que participa da síntese de colágeno e tem ação
antioxidante contra os radicais livres.
Abacaxi, abóbora, ameixa, caju, carambola, damasco, cenoura, laranja, limão-cravo, mamão, manga, maracujá, melão, milho, nêspera, pêssego, pimentão amarelo, tangerina.
Branco
Algas marinhas, alho, banana, batata, cebola, chuchu, cogumelo, couve-flor, feijão branco, maçã, mandioca, nabo, palmito, pêra, pinha, rabanete. A cor branca é dada pelo pigmento flavina. A presença dessa substância indica alimentos ricos em minerais, carboidratos, vitamina B6 e outros nutrientes. Tudo isso favorece a renovação celular e protege o sistema imunológico, melhorando as defesas orgânicas. Legumes e vegetais brancos costumam ter cálcio e fósforo. Esses minerais essenciais ajudam na formação e manutenção dos dentes e na elasticidade dos músculos.
Algas marinhas, alho, banana, batata, cebola, chuchu, cogumelo, couve-flor, feijão branco, maçã, mandioca, nabo, palmito, pêra, pinha, rabanete. A cor branca é dada pelo pigmento flavina. A presença dessa substância indica alimentos ricos em minerais, carboidratos, vitamina B6 e outros nutrientes. Tudo isso favorece a renovação celular e protege o sistema imunológico, melhorando as defesas orgânicas. Legumes e vegetais brancos costumam ter cálcio e fósforo. Esses minerais essenciais ajudam na formação e manutenção dos dentes e na elasticidade dos músculos.
Verde
Abacate, abobrinha, acelga, alface, quiabo, repolho, salsa, agrião, pimentão verde, brócolis, chicória, vagem, couve, kiwi, ervilha, espinafre, limão, pepino, rúcula, escarola, manjericão. O pigmento que define a cor deste grupo de alimentos é a clorofila,
considerada um potente energético celular. Segundo a medicina chinesa, comer
folhas verdes aumenta a oxigenação das células e melhora o metabolismo da
energia. Outro efeito da clorofila é potencializar alguns nutrientes
encontrados nos vegetais, como a vitamina C.
Abacate, abobrinha, acelga, alface, quiabo, repolho, salsa, agrião, pimentão verde, brócolis, chicória, vagem, couve, kiwi, ervilha, espinafre, limão, pepino, rúcula, escarola, manjericão.
Vermelho
Beterraba, caqui, cereja, framboesa, goiaba, melancia, morango, nectarina, pimentão, pitanga, romã, tomate. O vermelho é conseqüência do licopeno, pigmento com ação semelhante ao
betacaroteno. Normalmente aparece associado à vitamina C, formando uma dupla
com efeito antioxidante que, entre outros benefícios, colabora na prevenção do
câncer e do stress.
Beterraba, caqui, cereja, framboesa, goiaba, melancia, morango, nectarina, pimentão, pitanga, romã, tomate.
Preto ou Roxo
Alcachofra, ameixa, amora, berinjela, feijão-preto, figo, jabuticaba, uva, repolho roxo. Alimentos nas tonalidades roxa, preta ou azulada contêm antocianina, um
tipo de pigmento ligado à presença da vitamina B1. E é justamente a vitamina B1
o elemento essencial para a transformação dos carboidratos e outros nutrientes
em energia. A falta de vitamina B1 pode levar à perda de apetite, redução do
peso e até à anorexia (um desvio de comportamento alimentar que pode até mesmo
levar à morte).
Alcachofra, ameixa, amora, berinjela, feijão-preto, figo, jabuticaba, uva, repolho roxo.
Marrom
Amêndoas, amendoim, arroz integral, aveia integral, avelã, canela, castanha, centeio, cevada, grão-de-bico, feijão, lentilha, nozes, pão integral, pinhão, soja, tamarindo, trigo. Ricos em fibras, os alimentos de cor marrom regulam o funcionamento do intestino, prevenindo problemas que vão desde a prisão de ventre até o câncer. Também ajudam a controlar o colesterol e o diabetes e melhoram a flora intestinal. As sementes oleaginosas, incluídas neste grupo, são excelentes fontes do mineral selênio e de vitamina E.
Amêndoas, amendoim, arroz integral, aveia integral, avelã, canela, castanha, centeio, cevada, grão-de-bico, feijão, lentilha, nozes, pão integral, pinhão, soja, tamarindo, trigo. Ricos em fibras, os alimentos de cor marrom regulam o funcionamento do intestino, prevenindo problemas que vão desde a prisão de ventre até o câncer. Também ajudam a controlar o colesterol e o diabetes e melhoram a flora intestinal. As sementes oleaginosas, incluídas neste grupo, são excelentes fontes do mineral selênio e de vitamina E.
Artrite e artrose atingem articulações do corpo e podem ser genéticas
Atividades simples e corriqueiras, como abrir um pote, podem se tornar bastante complicadas para quem sofre de artrite ou artrose, doenças capazes de atingir as articulações do corpo todo.
As causas muitas vezes são genéticas, mas no caso da artrose também estão ligadas ao envelhecimento e a movimentos repetitivos ou incorretos.
Em estágios mais avançados, esses problemas reumáticos comprometem a função das mãos e de outros membros. Segundo a terapeuta ocupacional Maria Cândida Luzo e a reumatologista Licia da Mota, a artrite reumatoide não pode ser prevenida, mas a artrose, sim. De qualquer forma, quem já sofre com dor nas juntas pode adaptar objetos e ações do dia a dia para facilitar a vida.
A artrite surge em qualquer idade, mas é mais comum dos 35 aos 50 anos e no sexo feminino. Já a artrose tem maior incidência entre os idosos e representa até 40% das consultas em ambulatórios de reumatologia.
O melhor momento para combater a artrite é nos primeiros três meses dos sintomas, quando ainda não há danos importantes às articulações. Rigidez, especialmente ao acordar, e dores nas juntas devem ser levadas a sério.
Com o frio, os sinais podem piorar. Isso porque as baixas temperaturas provocam contração dos músculos e das articulações.
Se você sentir dores reumáticas, procure orientação médica antes de fazer massagem ou exercícios. Até mesmo algumas atividades na água afetam as articulações, como é o caso da natação.
Medicamentos biológicos são aplicados contra a artrite como segunda opção, porque trazem maior risco de reações alérgicas – daí a necessidade de serem aplicados somente em ambulatórios.
Além disso, essas são drogas muito caras: enquanto os remédios mais usados custam R$ 360 por ano, um tratamento com substâncias biológicas saem por até R$ 100 mil por ano para um único paciente.
Ações para não sobrecarregar as juntas
- Ao segurar ou levantar um prato ou bandeja, coloque as palmas das mãos por baixo
- Ao ler livros e jornais, não os segure nem aperte com os polegares
- Use talheres com cabos mais grossos ou amplie as alças de facas e outros utensílios com tubos de espuma. Cabos maiores são mais fáceis de segurar
- Ao cortar algo com faca, pegue-a com as duas mãos para ter mais força e segurança. Ou tente usar um cortador
- Ao segurar ou levantar um prato ou bandeja, coloque as palmas das mãos por baixo
- Ao ler livros e jornais, não os segure nem aperte com os polegares
- Use talheres com cabos mais grossos ou amplie as alças de facas e outros utensílios com tubos de espuma. Cabos maiores são mais fáceis de segurar
- Ao cortar algo com faca, pegue-a com as duas mãos para ter mais força e segurança. Ou tente usar um cortador
- Ao manipular ingredientes no preparo de alimentos, não prenda a colher com o polegar. Em vez disso, segure-a na palma da mão com os dedos enrolados em torno do punho
- Ao escovar os dentes e pentear-se, segure a escova com todos os dedos
- Lubrifique as fechaduras mais difíceis ou peça a um chaveiro para trocá-las
- Abuse dos antiderrapantes
- Ao escovar os dentes e pentear-se, segure a escova com todos os dedos
- Lubrifique as fechaduras mais difíceis ou peça a um chaveiro para trocá-las
- Abuse dos antiderrapantes
- Use tesoura com mola para cortar objetos. Elas diminuem o trabalho dos músculos e das articulações
- Ao escrever, use uma caneta mais grossa ou emborrachada
- Sempre que possível, utilize aparelhos elétricos, como abridor de latas, escova de dentes e chave de fenda
- Ao escrever, use uma caneta mais grossa ou emborrachada
- Sempre que possível, utilize aparelhos elétricos, como abridor de latas, escova de dentes e chave de fenda
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Excesso de acidez no estômago
Excesso de acidez no estômago causa úlceras e gastrite
Alimentos ácidos, condimentados e gordurosos costumam cair como uma bomba em estômagos mais sensíveis. É comer para logo sentir aquela azia ou queimação.
Cafeína, bebidas alcoólicas, cigarro e até o nervosismo também podem piorar problemas como gastrite e úlcera. Segundo uma enquete feita aqui no site, 34% das pessoas disseram que o estresse é o fator que mais desencadeia crises estomacais.
Isso ocorre porque, em situações de tensão, o sistema nervoso é acionado e estimula a produção de ácido clorídrico no estômago. Assim, o suco gástrico fica mais ácido e a agressão é maior.
O suco gástrico é formado basicamente por água, ácido clorídrico e enzimas digestivas. Seu pH varia entre 1,5 e 2, mas em indivíduos com gastrite ele fica ainda mais ácido. O pH é a escala que determina a acidez e vai de 0 a 14, em que 0 é o mais ácido e 14 o mais alcalino. O pH da água, que é neutra, é 7.
Segundo os cirurgiões do aparelho digestivo Fábio Atui e Marcelo Averbach, a gastrite é uma inflamação da parede do estômago e acontece quando a acidez aumenta tanto que começa a agredir o órgão.
Quando essa inflamação evolui, pode causar uma ferida mais grave, a úlcera. Mas é possível ter úlcera sem ter apresentado gastrite. E o problema pode atingir o duodeno, primeira parte do intestino delgado.
A gastrite está relacionada, ainda, à bactéria Helicobacter pylorii, presente na água e nos alimentos. Quando ingerido, esse micro-organismo passa a morar no estômago e estimula a produção de ácido.
Algumas pessoas têm um sistema de defesa mais forte e se protegem melhor. Naquelas com baixa imunidade, a bactéria pode provocar gastrite. Boa parte do tratamento é feita com antibióticos.
Sintomas da gastrite
- Queimação no estômago
- Mau hálito
- Dor de barriga ou diarreia
- Vômito com sangue
- Queimação no estômago
- Mau hálito
- Dor de barriga ou diarreia
- Vômito com sangue
Para pacientes com gastrite ou úlcera, as frutas ácidas (como laranja e limão) devem ser evitadas. Algumas bebidas também aumentam a acidez no estômago. É o caso do café, do chocolate, do chá preto e do chá mate.
Da mesma forma, condimentos como pimenta, vinagre e alho, alimentos em conserva (picles e pepino), refrigerantes e frituras (pastel, coxinha, bolinha de queijo, etc) devem ser cortados do cardápio.
Além disso, devem ser evitados balas, gomas de mascar e pirulitos, porque, conforme mastigamos e salivamos, nosso cérebro recebe um sinal de que a comida está entrando no corpo e sinaliza para o estômago que está na hora de produzir ácido clorídrico, já que a comida vai chegar. Só que os alimentos não são engolidos e o ácido traz prejuízos à mucosa.
Nível de acidez dos alimentos
Pouco ácidos (pH maior que 4,5): feijão, brócolis, couve-flor, alface, cebola vermelha, peixe, manteiga, milho, leite, queijo e ovo.
Pouco ácidos (pH maior que 4,5): feijão, brócolis, couve-flor, alface, cebola vermelha, peixe, manteiga, milho, leite, queijo e ovo.
Ácidos (pH entre 4 e 4,5): beterraba, tomate, pimentão vermelho, cerveja, uva verde e uva roxa.
Muito ácidos (pH menor que 4): pepino, limão, laranja, azeitona verde, vinagre, refrigerante de cola, suco de maracujá, picles e pimenta.
Diagnóstico
Pessoas que convivem no mesmo ambiente de alguém com gastrite têm mais chance de ter a doença. Isso porque elas geralmente compartilham maus hábitos alimentares e a situação de estresse familiar. Além disso, podem ter ingerido o mesmo alimento ou água que contenha a bactéria H. pylorii.
Pessoas que convivem no mesmo ambiente de alguém com gastrite têm mais chance de ter a doença. Isso porque elas geralmente compartilham maus hábitos alimentares e a situação de estresse familiar. Além disso, podem ter ingerido o mesmo alimento ou água que contenha a bactéria H. pylorii.
No ano passado, o Sistema Único de Saúde (SUS) fez quase 1 milhão de endoscopias, principal exame para detectar inflamações na parede do estômago.
Um tubo de menos de 1 cm com uma câmera na ponta entra pela boca e vai até o estômago. Um sedativo faz a pessoa dormir e tira o desconforto do aparelho. Um chip, que fica na ponta do tubo, conduz a imagem para um monitor, onde o médico observa o corpo por dentro. A câmera desce até o duodeno e mostra inflamações ou feridas na parede gástrica. O exame leva de 5 a 10 minutos.
Dicas
- Pare de fumar: o cigarro aumenta a secreção de ácido e faz com que o suco gástrico fique mais forte, facilitando as inflamações da mucosa do estômago.
- Pare de fumar: o cigarro aumenta a secreção de ácido e faz com que o suco gástrico fique mais forte, facilitando as inflamações da mucosa do estômago.
- Fracione a alimentação: é essencial para estimular um trabalho uniforme do estômago, fazendo com que o ácido seja usado frequentemente para processar os alimentos e não fique muito tempo parado.
- Não fique em jejum: quando você não come, o suco gástrico fica parado. Quanto mais tempo isso ocorrer, mais o estômago ficará suscetível a inflamações.
- Evite grandes refeições: o estômago de quem come muito não consegue processar toda a comida e estimula mais produção de ácido.
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